sexta-feira, 14 de abril de 2023

Humberto de Campos, 5º aniversário da reserva extrativista baia do tubarão


 Baia do Tubarão.

Nessa sexta feira dia 14 de abril a chefe do ICMBio de São Luís, Karina Teixeira e o analista ambiental Alexandre Brito, estiveram em Humberto de Campos a convite da Câmara de vereadores da cidade.
Foram recebidos pelo chefe de gabinete da prefeitura, vários assuntos foram abordados visando uma melhor qualidade de vida para as comunidades da reserva extrativista da baia do tubarão e o aniversário de cinco anos da reserva da baia do tubarão.




A Reserva Extrativista Baía do Tubarão é uma unidade de conservação localizada no Maranhão, entre os municípios de Icatu e Humberto de Campos, no norte do Maranhão, entre a ilha de Upaon-Açu e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.
Tem área de aproximadamente 223.888,98 hectares, tendo sido criada em abril de 2018. É a maior reserva extrativista do Brasil.
Entre seus objetivos, estão a proteção dos recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais extrativistas da região, com respeito e valorização de seu conhecimento e de sua cultura para promovê-las social e economicamente; conservar os bens e os serviços ambientais costeiros prestados pelos manguezais e recursos hídricos associados; e contribuir para a recuperação dos recursos biológicos, para a sustentabilidade das atividades pesqueiras e extrativistas de subsistência e de pequena escala e para o fomento ao ecoturismo de base comunitária.



Segundo o ICMBio, a Resex irá beneficiar 7 mil famílias.
Constitui o limite leste das maiores florestas de manguezais do Brasil, sendo formada por um complexo de baías, rios e estuários, com rica biodiversidade.
Um conjunto de ilhas forma o Arquipélago das Marianas, circundando a baía de Tubarão, dentre as quais se destacam as ilhas de Santana, Grande, dos Pretos, Cotindiba, Carrapatal, Mucunandiba, Rosário, Santaninha e Areinhas, além de vasas e manguezais.


É a principal área de peixe-boi-marinho no estado, espécie em perigo de extinção, e também área de desova e alimentação de diversas espécies. Estão presentes cinco espécies de tartaruga marinhas ameaçadas de extinção.

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