quinta-feira, 27 de abril de 2023

Ônibus do sistema semiurbano devem voltar a circular em até 48h na Grande São Luís As linhas do transporte semiurbano atendem os bairros dos municípios de Paço do Lumiar, Raposa e São Jose de Ribamar.

==Ônibus do sistema semiurbano devem voltar a circular em até 48 horas na Grande São Luís. — Foto: Divulgação / Governo do Maranhão

Ônibus do sistema semiurbano devem voltar a circular em até 48 horas na Grande São Luís. — Foto:

Ônibus do sistema semiurbano devem voltar a circular em até 48h na Grande São Luís

As linhas do transporte semiurbano atendem os bairros dos municípios de Paço do Lumiar, Raposa e São Jose de Ribamar.


Devem voltar a circular em até 48 horas na Grande São Luís os ônibus do transporte semiurbano, que fazem linhas para os bairros dos municípios de Paço do LumiarRaposa e São José de Ribamar, na Região Metropolitana da capital. A decisão veio após uma reunião realizada na tarde desta quarta-feira (26), entre representantes da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) e Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema).


  • Durante a reunião, além do retorno da circulação dos ônibus do sistema semiurbano, também ficou decidido que algumas linhas farão o percurso até o Centro de São Luís, e não somente até os terminais de integração, isso para minimizar os transtornos causados pela paralisação dos rodoviários. Entretanto, as linhas que atendem exclusivamente o município de São Luís seguem paralisadas, sem nenhum acordo firmado entre os rodoviários e a prefeitura da capital“Chegamos a conclusão de que o semiurbano pode sim retornar. Então, ficou do SET dialogar com as empresas e, também, o Sindicato dos Rodoviários dialogar com os trabalhadores para retornar esse serviço no prazo de até 48h para que possamos tomar essa parte da população e ter seu transporte público muito bem retomado”, afirmou Adriano Sarney, presidente da MOB, em entrevista ao repórter Rodrigo Bonfim, da rádio Mirante AM.

“Essa situação nós estamos passando por falta de pagamento. Nesta situação, fica a gente aí na ponta, jogados, nesse repasse que dizem que fazem, e não fazem. Então, a gente quer saber se nós vamos receber nosso devido pagamento pra poder a gente voltar a rodar. Em 48 horas ficaram de resolver a situação para a gente voltar a rodar o semiurbano”, relatou Marcelo Brito, presidente do Sttrema, à rádio Mirante AM.


A greve dos rodoviários na Grande São Luís entrou no terceiro dia nesta quinta-feira., afetando milhares de usuários que dependem do sistema de transporte público.

Segundo o Sttrema, as negociações para assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho não avançaram. O SET alega que não teria recursos para garantir o salário dos rodoviários neste mês de abril e culpou a Prefeitura de São Luís e o Governo do Maranhão pela falta de repasses financeiros para a operação do serviço.


A Prefeitura de São Luís, responsável pelo transporte público na capital, não nega a falta de repasses, mas rebateu afirmando que são os empresários que não cumprem com acordos, afinal, o SET teria se comprometido a melhorar o transporte público, o que não vem ocorrendo.


Paralisação


Os rodoviários do transporte público iniciaram uma greve nessa terça-feira (25) na Grande São Luís. A decisão aconteceu após uma audiência de mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), realizada na segunda (24).

De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, o intuito da audiência foi tentar fazer com que o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) cumprisse o acordo firmado com os rodoviários e assinasse a Convenção Coletiva e Trabalho, documento este que garante os direitos dos trabalhadores.


Paralisação ilegal


A Justiça do Trabalho considerou, no início da madrugada de terça-feira (25), a paralisação de 100% dos serviços rodoviários ilegal, pois impede a continuidade do serviço público.

"Assevera, ademais, que o comunicado de greve geral, com paralisação de 100% dos trabalhadores do transporte rodoviário viola a Lei Federal nº 7.783/89, na medida em que impede a continuidade do serviço público de natureza essencial, revelando abuso de direito", disse o magistrado.


Com isso, o desembargador José Francisco de Carvalho Neto atendeu, em partes, o pedido da Prefeitura de São Luís contra os Sindicatos dos Rodoviários e das Empresas determinando que 70% da frota de ônibus continue circulando na Grande São Luís. Em caso de descumprimento, foi fixada uma multa no valor de R$ 50 mil.


 

sábado, 22 de abril de 2023

Humberto de Campos, Prefeito Luís Fernando vai reconstruir parte da orla marítima da cidade que deixaram ser destruída ao longo dos anos.


 Humberto de Campos, Prefeito Luís Fernando vai reconstruir parte da orla marítima da cidade que deixaram ser destruída ao longo dos anos.


Nessa manhã de sábado dia 22 de abril o prefeito de Humberto de Campos Luís Fernando, esteve no trecho da orla marítima de Humberto de Campos, onde esta sendo feito uma grandiosa obra de aterro naquela localidade.



Vale ressaltar que, com o passar dos anos a força das águas já fez desaparecer ruas, casas, uma boa parte do morro de areia que era cartão postal da cidade e até mesmo o antigo cemitério. Por se tratar de um trabalho árduo e de auto custo, nunca foi feito nada para conter o avanço das águas.


Essa obra se tornou um grande desafio para o Prefeito de Humberto de Campos Luís Fernando, ele próprio tem dedicado seu tempo nos fins de semana com sua equipe de obras para aterrar e reconstruir aquele espaço e parte da rua que foi destruída. Luís Fernando quando não esta operando as maquinas esta nas caçambas.

sexta-feira, 21 de abril de 2023

Humberto de Campos, Carro de um deposito de material de construção capota ao fazer ultrapassagem nas proximidades do local conhecido por granja. Um dos ocupantes sacou do veiculo.


VEICULO CAPOTA AO FAZER ULTRAPASSAGEM NAS GRANJAS EM HUMBERTO DE CAMPOS.

Nessa manhã de sexta-feira dia 21 de abril de 2023, um carro de um deposito de material de construção muito conhecido na cidade, capotou após fazer uma ultrapassagem próximo a localidade conhecida por granja em Humberto de Campos - Ma.




De acordo com o condutor que foi ultrapassado pelo veiculo do deposito de material de construção, ele diz que o carro passou por ele em alta velocidade e no momento da ultrapassagem o veiculo já ultrapassou saindo da pista e capotando. Um dos ocupantes do veículo conhecido como Arlilson sacou do veiculo. No local do acidente existe uma elevação no asfalto devido uma tubulação que foi feito na pista para evitar que a água trasborde, mas a elevação é conhecida por todos da região.




Testemunhas relatam que Arlilson sofreu cortes e fraturas na cabeça e nas pernas, o mesmo foi encaminhado para o hospital de Humberto de Campos e posteriormente para o Hospital macro regional de Barreirinhas onde se é tratados casos de alta complexidade.


quarta-feira, 19 de abril de 2023

Os verdadeiros povos originários Salve 19 de abril! Hoje comemoramos o Dia do Índio.


Os verdadeiros povos originários
Salve 19 de abril!
Hoje comemoramos o Dia do Índio.
Entre tantos Poetas que escreveram sobre os indígenas brasileiros, temos o grande escritor maranhense Gonçalves Dias. Este se destacou num movimento literário denominado Indianismo. Neste movimento, o índio é apresentado como um homem corajoso, valente, guerreiro. O texto que lhes trago fala sobre uma das obras mais faladas e conhecidas deste poeta, que foi também advogado, jornalista, etnógrafo e teatrólogo: I Juca Pirama.
Vejamos o trecho que faz uma análise geral do belíssimo poema, acima citado:
I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias: análise e resumo da obra
O poema I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias, é um ícone do romantismo brasileiro. A obra, indianista, está dividida em dez cantos. Publicado em 1851, no livro Últimos cantos, o poema é composto por 484 versos protagonizados pelos índios tupis e timbiras.




Resumo
Quem conta a história é um velho timbira que foi testemunha do que se passou e resolve recontar os fatos. O cenário do poema escrito por Gonçalves Dias é a floresta brasileira, já nos primeiros versos somos situados em meio a mata: "no meio tabas de amenos verdores, Cercadas de troncos — cobertos de flores".
As primeiras criaturas a serem apresentadas são os índios timbiras, conhecidos como guerreiros valentes. Anos atrás os índios timbira capturaram um prisioneiro de guerra tupi, o projeto dos timbiras era matá-lo. Ao final do terceiro canto, um dos índios timbira pediu que o prisioneiro se apresentasse e contasse um pouco da sua história de vida. O guerreiro respondeu assim:
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo Tupi.
Ao longo do quarto canto ficamos conhecendo a história do índio tupi: as guerras que assistiu, os lugares por onde passou, a família que o rodeava. O pai, um velho cego e cansado, o acompanhava para todo lado. O filho era uma espécie de guia, que o conduzia sempre.
Apesar de ter um pai inteiramente dependente, para provar a sua honra, o índio tupi capturado se coloca a disposição da tribo timbira para servir como escravo.
O chefe da tribo timbira, ao ouvir o relato do prisioneiro, manda soltá-lo imediatamente afirmando que ele é um grande guerreiro. O tupi diz que parte, mas que, quando o pai estiver morto, irá regressar para servir.
O guerreiro finalmente encontra o pai moribundo e conta o que se passou. O velho decide regressar com o filho para a tribo timbira e agradece o chefe pela generosidade de o ter libertado, embora peça que o ritual seja cumprido e o filho seja castigado.


O chefe da tribo se recusa a seguir em frente e justifica que o cativo é um covarde, pois chorou diante dos inimigos e da morte. Como o plano era comer a carne do prisioneiro, o chefe temia que os seus índios se tornassem covardes assim como o tupi capturado.
O pai fica surpreso com a revelação feita pelo cacique porque os tupis não choram, menos ainda a frente dos outros, e amaldiçoa o filho:
Não encontres amor nas mulheres,
Teus amigos, se amigos tiveres,
Tenham alma inconstante e falaz!
Não encontres doçura no dia,
Nem as cores da aurora te ameiguem,
E entre as larvas da noite sombria
Nunca possas descanso gozar:
Não encontres um tronco, uma pedra,
Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,
Padecendo os maiores tormentos,
Onde possas a fronte pousar.
Por fim, renega o próprio filho: "Tu, cobarde, meu filho não és.".


Para provar que é forte, corajoso, e para fazer valer a sua honra, o filho se volta, sozinho, contra a tribo timbira inteira. O pai percebe, pelo som da batalha, que o filho luta bravamente. O chefe da tribo, então, intervém e pede que o conflito se encerre. Pai e filho, por fim, se reconciliam.

(Trecho retirado do texto apresentado na internet de Rebeca Fuks -Doutora em Estudos da Cultura )